terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Glenn Hughes - Music for the Divine

Quando se fala em Glenn Hughes, inevitavelmente o associamos aos consagrados Deep Purple e Black Sabbath, que o baixista e vocalista integrou e deixou sua marca. Mas devemos considerar também Hughes como artista solo E dos bons. Com tanto talento e experiência no mundo musical, ele dificilmente desagrada os fãs, mesmo os das já citadas bandas. “Music For The Divine” é um de seus (muitos) albuns que comprova isso.

Acompanhado pelo guitarrista JJ Marshal e pelo baterista Chad Smith (sim, o mesmo do Red Hot Chili Peppers), Hughes conta com Mark Kilian nos teclados e participação especial de John Frusciante (também do RHCP), Jimmy Barnes e Jerry Cantrell (Alice In Chains)

Esta versão que apresento a vocês é a versão de lançamento original com os acréscimos e bônus de outras edições. Sei que meu sobrinho Kalany vai gostar deste post.




    01."The Valiant Denial" – 6:50 (Hughes, Marsh)
    02."Steppin' On" – 4:42 (Hughes, Marsh)
    03."Monkey Man" – 4:25 (Hughes, Marsh)
    04."This House" – 3:53 (Hughes, Marsh, Smith)
    05."You Got Soul" – 4:20 (Hughes, Marsh)
    06."Frail" – 4:42 (Hughes)
    07."Black Light" – 3:56 (Hughes, Marsh)
    08."Nights in White Satin" – 4:55 (Justin Hayward) [European edition only]
    09."Too High" – 4:50 (Hughes, Marsh)
    10."This Is How I Feel" – 5:35 (Hughes)
    11."The Divine" – 4:05 (Hughes)
    12."The Writing Session of "This House"" – (Hughes, Marsh, Smith) [Japanese Bonus Track]
    13."Monkey Man" (featuring Jimmy Barnes) – 4:25 (Hughes, Marsh) [Australian Bonus Tracks]
    14."Misty Mountain Hop" – 5:07 (Page, Plant, Jones) [Australian Bonus Tracks]

        








      Glenn Hughes – Vocals, Acoustic Guitar, Bass
          JJ Marsh – Guitars
          Chad Smith – Drums
          Mark Kilian – Keyboards, String Arrangements
          John Frusciante – Guitars on tracks 8 and 10, Backing Vocals on track 8
          Jimmy Barnes - Vocals on track 13
          Jerry Cantrell – Guitars on track 14



      This House









      Esse tijolo simboliza o Purple, o Sabbath, o Trapeze, o "rock soul", ...



      Senha do arquivo: GH-06-MftD



      "Há braços"

      quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

      Big Allanbik - Black Coffee

      Grupo de blues formado em 1992 no Rio de Janeiro, começou se apresentando em bares e casas noturnas e lançou em 1993 o primeiro CD, "Blues Special Reserve", com tiragem limitada. O Big Allanbik se apresentou em festivais e blues e excursionou pelos Estados Unidos em 1996, tocando em lugares consagrados como o Blue Note, em Nova York e Chicago.

      O segundo álbum, "Black Coffee", de 1994, lançou a banda em outra escala. Confira!







        01. My first wife left me
        02. Down to the city
        03. Pack it up
        04. Snapshots of memories
        05. Reap what I’ve sowed
        06. A doggone day
        07. Rio de Janeiro
        08. Going down
        09. Can you get another man?
        10. Outta town
        11. Roll’em Pete
        12. Times does tell 

        13. Black coffe


          Ricardo Werther, voz;
          Alan Ghreen, piano e órgão;
          Big Gilson, guitarra;
          Ugo Perrotta, baixo;
          e
          Beto Werther, bateria



          Pack It Up









          Tijolo e reboco!



          Senha do arquivo: BA_95_BC



          "Há braços"

          domingo, 15 de dezembro de 2013

          Almir Sater - Instrumental

          Primeiro álbum totalmente instrumental de Almir Sater originalmente lançado em 1985 e contando com a participação de vários músicos. Esse álbum é muito peculiar, pois usa instrumentos não tão comuns na música sertaneja como o berimbau e a cítara.

          Neste trabalho temos a recriação de um dos clássicos do sertão - ”Rio de Lágrimas” (Tião Carreiro – Lorival dos Santos – Piraci) e músicas dos próprio Almir – músicas bem trabalhadas, com belos solos, misturando alguns gêneros regionais como cururus, maxixes, chamamés, arrasta-pés com sonoridades urbanas, até usando bateria eletrônica. Um belíssimo trabalho, inovador! Confira!






          1. Corumbá 3:52 (Guilherme Rondon - Almir Sater)
          2. Minas Gerais 1:36 (Almir Sater)
          3. Vinheta do Capeta 0:55 (Carlão de Souza - Almir Sater)
          4. Luzeiro 5:24 (Almir Sater)
          5. Benzinho 2:52 (Almir Sater)
          6. Rio de Lágrimas 3:24 (Tião Carrero - Piraci - Lorival dos Santos)
          7. Na Piratininga : de Jeep 1:43 (Tavinho Moura)
          8. Doma 3:42 (Zé Gomes - Almir Sater)
          9. Viola de Buriti 2:32 (Almir Sater)
          10. ... E de Minas prá Riba 3:10 (Zé Gomes - André Gomes - Almir Sater)


           













          Almir Sater coloca mais um tijolinho no meu passado musical. E no seu?



          Senhas do arquivo: AS_85_INST



          "Há braços"

          quarta-feira, 30 de outubro de 2013

          Blues Etílicos (1º álbum)

          Mais popular banda de blues brasileira, recordista em público nos shows e em vendagens de CDs no segmento, a banda comemorou 25 anos de carreira em 2010 com o lançamento de seu primeiro DVD: Blues Etílicos ao vivo no Bolshoi Pub.

          O som do Blues Etílicos nos leva ao puro estilo Southern Rock americano. Para mostrar o som, trago para vocês, o albúm "debut" deles. Vale salientar que "Safra 63" tocava muito, mas muito mesmo, na "falecida" Fluminense FM, a "Maldita".






          01 Safra 63 (Claudio Bedran)
          02 You've got to love her with a feeling (Freddy King & Sonny Thompson)
          03 Estudo em vermelho (Cláudio Bedran)
          04 Back door man (Willie Dixon)
          05 Key to the highway (Willie Broonzy e Charles Segar)
          06 O Sol também me levanta (Flavio Guimarães e Claudio Bedran)
          07 Não é por nada não (Cláudio Bedran)
          08 Back Track (Walter Jacobs)
          09 Auto-suficiência (Cláudio Bedram e Flávio Guimarães)
          10 Dust my broom (Elmore James)


           




          Safra 63





          Mais um tijolinho... Bem... TIJOLAÇO; não é?


          Senhas do arquivo: BE_87



          "Há braços"

          sábado, 12 de outubro de 2013

          Cássia Eller (o 1º álbum)


          Comprei o K7 no final de 91, encantado por uma música do Legião Urbana que eu não gostava, mas que na versão da Cássia Eller ganhou uma "roupagem" sensacional: "Por Enquanto", que trazia como introdução "I've Got a Feeling", dos Beatles. Dá de 10 na versão do Legião Urbana. Ouvi essa versão na extinta Búzios FM, uma rádio que tínhamos aqui na Região dos Lagos, que dava um show de ecletismo e versatilidade: Jazz, Country, Blues, MPB, etc...

          Lançado em Setembro de 1990, "Cassia Eller" mostrava que ela não era "apenas uma intérprete", criando releituras de grandes músicas do cenário nacional e internacional.







          1. "Já Deu Pra Sentir - Tutu"   Marcos Miller/Itamar Assumpção 3:11
          2. "Rubens"   Mário Manga 3:27
          3. "Barraco"   Frejat/Jorge Salomão 3:02
          4. "Que o Deus Venha"   Frejat/Cazuza/Clarice Lispector 3:20
          5. "Eleanor Rigby"   John Lennon/Paul McCartney 3:27
          6. "Otário"   Bocato 4:00
          7. "Por Enquanto"   Renato Russo 4:06
          8. "O Dedo de Deus"   Mário Manga/Arrigo Barnabé 2:56
          9. "Lullaby"   Cássia Eller/Márcio Faraco 1:45
          10. "Não Sei o Que Quero da Vida"   Hermelino Neder/Arrigo Barnabé 2:34
          11. "Tutti Frutti"   Lubin/Penniman/La Bostrie 3:07



           






          O disco contou com as participações de Frejat (que compôs Barraco) e Peninha, nas percussões. Como os músicos da banda possuíam uma forte influência jazzística, o guitarrista do Barão Vermelho propôs que voltassem às origens musicais da intérprete, essencialmente calçadas no rock. Apesar da rejeição inicial à essa ideia, logo ela foi aceita por eles



          Por Enquanto [Programa Metrólis, 1990]








          Mais um tijolinho,...


          Senhas do arquivo: CE_90



          "Há braços"

          sexta-feira, 5 de julho de 2013

          André Christovam - A Touch of Glass


          André Christovam lançou, em 1990, seu segundo album solo; "A Touch of Glass". Um álbum bem diferente do anterior, que era totalmente em português.

          Este, junto com o primeiro já citado, e o terceiro (The 2120 Sessions) eu adquiri em 1992, em formato vinil, e em momento nenhum me arrependi  da compra. André é um músico formidável e cada album dele tem sua própria história. Vamos então ao seu segundo álbum: "A Touch of Glass"


          O título do álbum traz uma brincadeira com o termo ‘a touch of class‘ (um toque de classe). No caso a expressão para o álbum é ‘um toque de vidro’, devido ao uso que de Christovam faz do bottleneck (slide de vidro), que abrilhanta quase todas as faixas. Tem também a curiosidade dele usar óculos (glasses).

          Temos músicas compostas e produzidas pelo André ("Leave my Money Alone" e "Love Jar Blues") e belas releituras ("Oh, captain, my captain", em duas versões, e "One kind a favor") nos quais Christovam insere guitarras e violões ainda mais tristes que as originais.

          Não é um disco de solos intermináveis de guitarras. Os solos só complementam as músicas. As vinhetas instrumentais existentes no album são tão boas quantos as faixas ‘completas': ‘Santa Cecília’ é de uma delicadeza rara e ‘Tintagel’ tem uma linda melodia feita no baixo por Márcio Vitulli.





          01 Wolf & Sheep
          02 Leave My Money Alone
          03 The Stumble
          04 Santa Cecília
          05 Love Jar Blues
          06 Edo
          07 Flag Pole
          08 Tintagel
          09 One Kind Favor
          10 Oh! Captain My Capitain
          11 Brown Candles
          12 Oh! Captain My Capitain



           









          André Christovam – Guitarras, Violões, Lap Steel e Voz
          Paulo Zinner – Bateria
          Marcio Vitulli – Baixo
          Johnny “Boy” Chaves – Hammond B3, Piano e Celeste





          Tapando mais espaçõs...,...


          Senhas do arquivo: AC_90_AToG



          "Há braços"

          quarta-feira, 3 de julho de 2013

          Celso Blues Boy - Blues Forever


          Em 6 de agosto de 2012 completará um ano da morte de Celso Blues Boy, em decorrência de um câncer na garganta. Queria desde que ele nos deixou fazer alguma homenagem e está, para mim, seria uma inusitada homenagem: Blues Forever, quarto album da carreira de Celso é um albúm de covers e totalmente em inglês, coisa que Celso sempre evitava em seus albuns.

          Apesar de pensar em homenagear o Celso, tenho que citar aqui meu amigo Márcio Costa, que sempre foi profundo admirador de Celso Blues Boy e creio que ele adorará este "post".






          Lado A:
          01. Built For Comfort
          02. We Can Work It Out
          03. It’s Too Late
          04. I Can’t Stop Loving You
          05. Sittin’ on the Dock of the Bay
          Lado B:
          01. Just Like A Woman
          02. Woke Up This Morning
          03. Honky Tonk Women
          04. After Midnight



           




          Músicos: Celso Blues Boy (guitarras e vocal), Mimi Lessa (guitarras), Marcos Lessa (baixo), Gil Cardoso (baixo), Ricardo Cristaldi (teclados), Dirceu Lacerda (teclados), Renato Massa (bateria), Flávio Guimarães (harmônica), Mariene Guimarães (vocais), Ronaldo Bakker (vocais), Álvaro Alonso (vocais), Marisa Fossa (vocais), Pedro Baldanza (vocais) e Jair Henrique Reis (vocais).

          Arranjos de base:
          Celso Blues Boy
          Arranjos de metais: Ricardo Cristaldi, Dirceu Lacerda e Celso Blues Boy
          Direção e produção artística: Jair Henrique Reis
          Capa: André Teixeira / fotos: Paulo Ricardo
          Gênero: Blues / Blues Rock / Rock
          Selo: Retoque Especial / 841379-1


          SITTIN’ ON THE DOCK OF THE BAY








          Tijolos, tijolos,...


          Senhas do arquivo: CBB_88_BF



          "Há braços"

          domingo, 30 de junho de 2013

          Casa das Máquinas - Casa de Rock


          A banda começou quando José Aroldo Binda (Aroldo) e Luiz Franco Thomaz (Netinho), dois ex-integrantes da banda Os Incríveis, juntaram-se a Carlos Roberto Piazzoli conhecido como Pisca , Carlos Geraldo Carge, ex-integrante da banda Som Beat, que tocava baixo e guitarra, e Pique, ex-integrante da banda de Roberto Carlos que tocava órgão, piano, saxofone e flauta. No começo ficaram conhecidos como "os novos Íncríveis", fazendo shows por todo o Brasil. Seu repertório incluia músicas de Elvis Presley, Paul Anka, Chubby Checker, Neil Sedaka, entre outros. Nas apresentações vestiam figurinos, se maquiavam e davam grandes performaces teatrais no palco.

          Casa de Rock foi o terceiro e último álbum de estúdio da banda, lançado pela Som Livre em 1976.

          Achei esse album em um sebo e, só de curiosidade, resolvi passar as faixas. Ao ouvir "Casa de Rock" e "Stress" eu fui automaticamente catapultado para minha infância, quando eu ouvia tais músicas na casa dos meus tios. Levei! Era rock de qualidade e ainda com gostinho de infância.

          Um pouco diferente dos outros discos, esse era mais voltado às raízes, mais rock and roll, trazendo o grande sucesso da banda, a música título "Casa de Rock". Destaque para a progressiva "Dr Medo" e as belas baladas "Certo sim, seu errado", "Mania de ser" e "Lei do sonho de um vagabundo". Interessante é a participação do técnico de som e produtor americano Don Lewis, que recomendou gravarem o disco juntos. Gravaram então teclados, duas baterias e o baixo. Pisca fez as linhas de baixo e depois gravaram as guitarras e as vozes.

          Na contracapa do disco há vários agradecimentos e a equipe técnica é intitulada de nossa família, com seus roadies e todo o pessoal, além de Sandra Haick Thomas, empresária da banda e mulher de Netinho. Há também um convite para os fãs se tornarem parte da família Casa das Máquinas, adquirindo posters, camisetas e outros materiais. João Alberto só entraria depois da gravação deste disco.





          1. "Casa de Rock"       (Catalau - Netinho - Pisca)     3:51
          2. "Jogue Tudo pra Cabeça"       (Netinho - Pisca)     3:51
          3. "Certo Sim, Seu Errado"       (Catalau - Netinho)     3:16
          4. "Stress"       (Marcão - Simbas)     3:07
          5. "Londres"       (Catalau - Netinho - Pisca)     3:19
          6. "Doutor Medo"       (Catalau - Netinho - Pisca)     4:46
          7. "Mania de Ser"       (Netinho - Pisca)     4:02
          8. "Sonho de um Vagabundo"       (Netinho - Pisca)     4:44
          9. "Essa É a Vida"       (Netinho - Pisca)     3:54
          10. "Eu Queria Ser"       (Netinho - Pisca)     5:28

           




          Músicos

              Simbas: líder vocal.
              Pisca: guitarra, baixo, strings, violão 12 cordas, minimoog, vocal.
              Marinho Testoni: órgão Yamaha, piano acústico, piano fender, minimoog, elka strings.
              Marinho Thomas: bateria, percussão, 2° vocal.
              Netinho: bateria, percussão, moog drums e vocal em "Certo Sim, Seu Errado".
              João Alberto: baixo (novo integrante do grupo após a gravação deste disco).

          Ficha Técnica

              Produção: Netinho
              Técnico: Don Lewis
              Mixagem: Don Lewis - Netinho
              Direção: Guto Graça Melo
              Coordenação Geral: João Araújo
              Gravado no Estúdio Level - Rio de Janeiro - entre Junho e Outubro de 1976
              Arranjos: Casa das Máquinas
              Arte Capa: Sidney Biondani - Carlão
              Produção Capa: Netinho - Sidney Biondani



          Casa do Rock








          Mais alguns tijolos nos espaços vazios de nossa memória musical


          Senhas do arquivo: CdM_76_CdR



          "Há braços"